Sabemos que a informação é a primeira etapa para que todos comecem a falar o idioma Saúde. E, felizmente, esse passo está sendo dado com muita felicidade e propriedade pela mídia.
Ainda sinto que a minha grande missão é trabalhar a consciência das pessoas, para que a atividade física torne-se um hábito em todas as fases da vida.
O nosso corpo atinge sua capacidade máxima aos 25 anos. Depois disso, a curva começa sua fase de declínio – e sem mínima chance de volta! Aos 35 anos, os efeitos já se fazem visíveis. Há perda de massa óssea, o metabolismo torna-se mais lento. Nas mulheres, é também o início da queda nas taxas de hormônio.
Ao pisar na casa dos 40, o corpo deixa de queimar 120 calorias por dia, o que torna mais difícil o controle do peso. Nessa fase, as mulheres costumam aumentar em 35% o índice de gordura e os homens, 25%. Depois dos 65 anos, a capacidade respiratória diminui em até 40% e a massa muscular, em 25%.
Os mais céticos, os conformados, podem argumentar que bons hábitos não impedem que o tempo se instale em nós. Tudo bem. Não podemos deter o envelhecimento. Mas, com certeza, temos chance de minimizar seus efeitos com hábitos saudáveis. É possível viver cada fase da vida apenas com alegria, sem sustos. Basta começar, retomar ou aperfeiçoar o plano de ação com seu corpo.
Quando assumimos este compromisso, passamos a dialogar com nosso corpo e, para nossa surpresa, descobrimos que esse é um dialogo gratificante. É essa a sensação que as pessoas que começam a fazer um programa de atividade física experimentam. São as endorfinas.
O melhor momento é hoje. Ainda dá tempo. Saia do círculo vicioso. Assuma o círculo virtuoso e comece a usufruir os benefícios da atividade física regular.
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